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Convite - 2o Happy Hour do PMI-AM

O PMI-AM convida seus membros para o 2o Happy Hour de 2012. Venha rever os amigos, saber das novidades, trocar ideias sobre o Gerenciamento de Projetos e fortalecer o Networking.   Em abril de 2012, o PMI-AM realizou seu primeiro evento social do ano. Voltado aos membros e com o objetivo de conectar os participantes da nossa rede num momento bem informal. Com o sucesso da empreitada, o Happy Hour do PMI-AM tornou-se um evento mensal e ocorrerá sempre na 4a semana...
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Eventos M2M

Numa tentativa de aproximar os membros do PMIAM Regional Manaus, a atual gestão tem a honra de divulgar uma nova categoria de eventos dessa sociedade: o M2M de Membro pra Membro. O objetivo é reunir em encontros informais os atuais membros do PMIAM para compartilhar e discutir boas práticas de gestão de projetos colocadas em prática em suas empresas/organizações. Além disso, poderá se discutir estratégias para o PMIAM, o membro poderá apresentar ideias de promoções do capítulo, expor seus anseios com...
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VII Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos

VII Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos O Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos é o principal evento da área no Brasil. Uma iniciativa da Integração Nacional (associação de todos os capítulos do PMI no Brasil), o CBGP está em sua sétima edição e ocorre anualmente em diferentes estados. Em 2012, o VII Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos (http://www.7cbgp.com.br/nav/default.asp) será organizado pelo PMI-Rio e realizado no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro, nos dias 29, 30 e 31...
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Prova de Certificação em Manaus - 23 de junho de 2012

  NEW:As inscrições para a prova em papel  de 23 de junho estão encerradas. Teremos 11 candidatos à PMP e 1 à CAPM nessa prova. Bons estudos nessa reta final aos candidatos!     A próxima prova de Certificação CAPM/PMP em Manaus foi confirmada para 23 de junho de 2012. Conheça os detalhes no Comunicado abaixo que já foi enviado aos membros e continue ligado no nosso site, pois em breve divulgaremos as ações que o PMI-AM e seus parceiros estão preparando para apoiar...
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LA LIM 2012

O PMI-AM esteve presente no Latin America Leadership Institute Meeting Texto baseado em artigo originalmente publicado em inglês no Friday Facts, pelo PMI. Um evento voltado para o desenvolvimento de lideranças envolvidas como voluntáriis junto aos capítulos do PMI na Am[erica Latina, o Latin American Leadership Institute Meeting – LA LIM, versão 2012 ocorreu entre os dias 23 e 25 de março em Buenos Aires e contou com a participação de Mark Langley, Presidente e CEO do PMI e Peter Monkhouse, Chefe...
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Nova Gestão

Nova Equipe assume a Direção Executiva do PMI-AM Entre os dias 16 e 20 de janeiro,os membros do PMI-AM participaram de um pleito inédito. Pela primeira vez, as eleições da Diretoria Executiva foram online, usando a ferramenta VoteNet, utilizada por diversos capítulos do PMI ao redor do mundo. A chapa encabeçada pela antiga Diretora de Certificação, Claudia A. Tocantins, PMP, teve 96% dos votos. Conheça a composição da diretoria biênio 2012/13  na pagina Organograma (index.php?option=com_content&view=article&id=161&Itemid=11). Em 09 de fevereiro, a primeira reunião de...
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Estamos Trabalhando...

  Estamos Trabalhando!   O PMI-AM informa que o conteúdo deste site estará sendo atualizado nos próximos dias. Enquanto isso, conheça a presença do PMI-AM nas redes sociais e aproveite para acompanhar as novidades. Você tem dúvidas? Sugestões? Participe!   Página Oficial do PMI-AM no Facebook (https://www.facebook.com/pages/PMI-AM/203016803069463). Grupo Oficial do PMI-AM no LinkedIn (http://www.linkedin.com/groups?gid=78811 trk=myg_ugrp_ovr).         Últimas atualizações no site (atualizado em 10/04/2012): 15/03/12 - Contatos no Fale Conosco indica novos diretores. 18/03/12 - Comunicado Prova de Certificação em Manaus. 20/03/12 - Dicas em Português, novo item no menu Educação, com links...
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O Poder do Reconhecimento

Utilizando o poder do Reconhecimento em sua vida profissional e particular

Paremos um instante essa nossa vida corrida que dizemos ter. Olhemos ao nosso redor. Com calma… Observe o tanto de variáveis passíveis de um bom elogio e nós, por um motivo ou outro, preferimos guardar pra si esse sentimento tão bom que é o reconhecimento.O reconhecimento não fere quem recebe, não tira pedaços de quem o pronuncia.

 

O reconhecimento não deixa a pessoa preguiçosa pelo simples fato de ter recebido um elogio. Tira a idéia da cabeça que elogio demais enjoa! Ele engrandece. Faz a pessoa quem recebeu, lutar para sempre ser merecedora de um elogio sincero, de coração.

Não temas, reconheça. Isso fará você aumentar sua interação com as pessoas. Ele neutraliza, desarma, desativa e reduz o efeito do ciúme e da inveja. Experimente reconhecer o bom trabalho de um colega que você diz ser “invejoso”. Veja a reação dele. Mas faça isso de maneira sincera, real.

O reconhecimento faz diferença em todos os campos de sua vida, seja familiar ou profissional. Lembra daquele prato saboroso que sua mamãe sabe fazer? Fale isso pra ela, sempre que possível. Isso melhora a auto-estima dela e a sua. É o poder do reconhecimento.

Mapeie as pessoas, de maneira natural. Seja o frentista, secretária, amigo, motorista, chefe, subordinado, mãe, pai, filhos, jogadores, peladeiros, entregadores de pizza, lavadores de carro, escritores de blog, autores de livro. Reconheça, de coração. Você receberá em dobro cada palavra dita.

No trabalho, a sua equipe irá agradecer. O Feedback, seja com crítica construtiva ou elogio, demostrará que você se importa, que você está envolvido. Não trate o trabalho apenas como uma obrigação, mas sim como ação realizada para solucionar um problema, melhorar o ambiente de trabalho e sua auto-estima.

Ainda tenho muito que conhecer sobre o poder do Reconhecimento. O Livro The Power of Aknowledgment (Judith W. Umlas) ajudou bastante! Mandei um e-mail para a autora parabenizando pelo excelente conteúdo. Ela prontamente respondeu agradecendo e enviando os 7 princípios do reconhecimento que eu transcrevo abaixo:

 

·         The world is full of people who deserve to be acknowledged.

·         Acknowledgment builds intimacy and creates powerful interactions.

·         Recognizing good work leads to high energy, great feelings, high-quality performance and terrific results. Not acknowledging good work causes lethargy, resentment, sorrow and withdrawal.

·         Truthful, heartfelt and deserved acknowledgment always makes a difference, sometimes a profound one, in a person’s life and work.

·         It is likely that acknowledgment can improve the emotional and physical health of both the giver and the receiver.

·         Practice different ways of getting through to the people you want to acknowledge.

 

Reprinted from The Power of Acknowledgment with the permission of IIL Publishing, New York © 2006

 

O pode do reconhecimento é enorme, basta você saber usá-lo. Comece hoje!

 

Obrigado a você, querido leitor, por simplesmente ler. Mas se comentar, melhor ainda. O comentário aumentaria a auto-estima, faria querer escrever sempre mais (ou menos), aumentaria a interatividade… 

 

Forte Abraço!

 

Sobre o autor:

Renato Borges de Souza

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Bacharel em Ciência da Computação (UFAM), Especialista em Gerenciamento de Projetos (UGF). Analista de Negócios em Processamento de Dados do Amazonas (PRODAM), atua no ramo de gerenciamento e tecnologia há mais de 5 anos, a maior parte dele prestando serviços em TIC para a PETROBRAS. Na área acadêmica, lecionou na UNILASALLE e para o Governo do Estado do Amazonas. É um dos fundadores do blog Qualidade Manaus (http://qualidademanaus.sopixel.com.br) e da empresa Sopixel (http://www.sopixel.com.br).

 

 

A Função Pedagógica do Gerente de Projeto

Os mais influentes estudiosos da Administração conferem ao ser humano a importância fundamental em qualquer processo. Claro que esse juízo se aplica, com muito mais razão, no ambiente onde ocorrem os atos e fatos administrativos – a organização.

 

Tem sido lenta e dolorosa a trajetória dos administradores, desde que um certo engenheiro chamado Frederick Winslow Taylor alçou a disciplina a campo autônomo de estudos. Um inovador à sua época, a memória de Taylor permanece insistentemente nas práticas de que ele foi apenas o pioneiro.

 

De lá até aqui, não obstante todo o conhecimento que as ciências sociais lograram sistematizar, nada tem servido para levar ao avanço das práticas daquele campo de estudos. O inegável e extraordinário progresso tecnológico não tem servido, pois, se não para ratificar e expandir práticas em nada condizentes com adequada consideração do ser humano.

 

Weber mostrava quanto a burocracia se presta à dominação de uns homens pelos outros, umas classes pelas outras. E ele terá sido dos cientistas sociais mais profundos, em especial na abordagem do fenômeno administrativo. Do político, mais ainda.

A velocidade com que o conhecimento é produzido e difundido acaba por criar, sucessivamente, propostas e idéias cuja duração é tão fugaz quanto as geringonças tecnológicas que enchem o nosso cotidiano. E, enchendo-o, enchem de embevecimento os que não têm a devida compreensão das - nem a menor preocupação com - as conseqüências desses avanços.

 

Por isso, talvez não haja campo mais fértil ao aparecimento de modismos quanto o da administração. Mal surge uma nova tecnologia ou metodologia, enquanto os mais espertos (não confundir com expertos, por favor!) tratam de juntar fortuna, difundindo-as, outros já se entregam à formulação de novas panacéias.

 

 

Ao longo das últimas décadas, surgiram vários desses remédios para todos os males administrativos, nem um só deles capaz de levar a felicidade prometida aos que dedicam sua vida ao trabalho nas organizações.

 

Administração por objetivos, laboratórios de sensibilidade, mudança organizacional, grid gerencial, ISO, análise transacional, cinco S, just-in-time, inteligência emocional, reengenharia – todos são termos que ofereceram o paraíso organizacional, sem que qualquer deles tenha conseguido mais que enriquecer os investidores, ao mesmo tempo que empobrecer os trabalhadores.

 

Ao fim e ao cabo, tem-se verificado cada dia mais a precariedade do emprego, acompanhada de seu outro lado – a exacerbada acumulação dos resultados. As estatísticas a respeito das doenças de algum modo vinculadas ao cotidiano dos trabalhadores, não importa em que país, são contundentes a este respeito.

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Balanced Scorecard: Escolhendo os Projetos Certos

No contexto atual, realizar os projetos de forma eficiente e eficaz não é uma questão de escolha, mas uma questão de sobrevivência. O Project Management Institute (PMI) tem contribuído com a disseminação das boas práticas de gerenciamento de projetos, seja por meio dos seus Standards, seja com a seriedade com que conduz seus processos de certificação. 

 

Desta forma, realizar da forma correta os projetos é uma questão de disseminar esta cultura de gerenciamento, aumentado de forma sistemática a maturidade com que as equipes tratam as ferramentas, processos e metodologias. 

 

Uma vez que as organizações estão buscando a maturidade no modo como conduzem seus projetos, preocupando-se em fazer certo os seus projetos, fica a pergunta: Será que estão desenvolvendo os projetos certos?

 

Equipes de alto desempenho trabalham focadas, com energia e intensidade em busca dos resultados estratégicos que serão entregues com a execução dos projetos que conduzem; esses resultados estão completamente alinhados com a Visão da organização, refletindo uma perfeita sintonia entre as necessidades organizacionais do ponto de vista estratégico e os objetivos do projeto e da equipe.

 

A ferramenta utilizada por muitas organizações para escolherem os projetos certos, que estão alinhados com a estratégia organizacional e que criam vantagem competitiva é o Balanced Scorecard (BSC).

 

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Como vencer a resistência à mudança e obter a colaboração ativa dos "stakeholders"

Ninguém é uma ilha, pelo menos não por natureza. E se queremos explorar oportunidades e implementar melhorias significativas em nossa vida profissional e pessoal, será necessário contar com a colaboração das demais pessoas ou “stakeholders” envolvidos. Bem, se você (como eu) já atuou ou tem atuado como agente de mudança tentando convencer pessoas, deve estar acostumado a ouvir argumentos do tipo “tudo bem, mas...”, ou “já tentamos isso antes”, ou ainda “o nosso caso é diferente” etc. E muito provavelmente, por meio de repetidas e penosas frustrações, acabamos nos convencendo de que as pessoas ao nosso redor são apáticas e acomodadas com o status quo. Como consequência, paulatinamente instala-se em nossa mente a premissa de que “as pessoas resistem naturalmente à mudança”; um conceito bastante difundido e aceito por aí. Mas será mesmo assim? Será intrínseco à natureza humana resistir à mudança? Bem, uma teoria só pode se sustentar enquanto não haja evidência contrária que a invalide. E aqui vão algumas evidências contra a teoria de que existe a resistência “natural” à mudança:

·       há pessoas que deixam seus lares para estudar ou trabalhar em outros países (uma grande mudança);

·       todos os dias há quem decida se casar (tremenda mudança);

·       e ainda ter filhos (outra enorme mudança de vida).

Pronto: está invalidada a teoria da resistência natural à mudança. Na verdade, as pessoas só resistem às mudanças que não fazem sentido para elas. Nada mais lógico e natural. Mas se a mudança fizer perfeito sentido lógico, as pessoas não apenas deixam de resistir como passam a colaborar ativamente para que a mudança aconteça.

Então onde está o problema, se não falta bom-senso e capacidade intelectual às pessoas às quais propomos a mudança? Respire fundo e engula seco: muito provavelmente, o problema está em nós mesmos, que propomos a mudança! E o que explica esse paradoxo é que, apaixonados pelo benefício que antecipamos com a mudança, via de regra deixamos de considerar alguns aspectos fundamentais para que a mudança faça sentido aos demais “stakeholders”. Conforme tem sido brilhantemente explicado por Eli Goldratt  em suas conferências mundo afora (a quem vai o crédito do conteúdo deste artigo), toda proposta convincente de mudança deve considerar quatro fatores chave. A fim de explicá-los, considere a seguinte ilustração feita por Goldratt: nós, agentes de mudança, estamos confortavelmente instalados em uma linda praia tropical (nossa realidade atual). De vez em quando nessa praia aparecem uns crocodilos (os problemas da realidade atual), mas já nos acostumamos a dar-lhes uma boa paulada no focinho, o que é suficiente para afugentá-los por algum tempo, a fim de que desfrutemos da praia. De repente visualizamos no alto de uma montanha (a realidade futura) um pote de ouro (o benefício da mudança). Mas infelizmente não podemos subir a montanha sozinhos, e tratamos de convencer nossos demais colegas apontando-lhes o pote de ouro no alto da montanha. Trágico erro, pois eles dizem: “OK, lá está o seu pote de ouro, mas onde está o meu?”. E também contra-argumentam: “o caminho de subida será penoso, cheio de riscos; podemos cair e ter que andar de muletas por um bom tempo...” (os riscos de mudar). “Além do mais, temos aqui na praia sereias muito atrativas (os aspectos positivos da realidade atual), e nossas sereias não sobem montanhas”. Portanto, o erro básico que os agentes de mudança normalmente cometem é apresentar apenas o lado positivo de realizar a mudança, deixando no ar os demais aspectos relevantes para os “stakeholders”.

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